
Não ouço nada para além do silêncio, entre estas 4 paredes sobrevivo, nesta minha prisão.
A luz do sol entra por um pequeno buraco no tecto. Este sótão não é só um quarto, é também um baú de memórias, tantas coisas boas, tantas coisas más… Já lá vão 3 anos passados a correr.
Como pode o tempo pregar-me tal partida?
Como pode alguém passar os dias a tentar fazer tudo por pessoas que nunca conheceu, e no entanto não se conseguir ajudar a si mesma?
Não resta nada para além do silêncio, num local onde outrora reinava o riso, as conversa de conveniência, as bilhardices, a amizade. Agora sou só eu e estas 4 paredes.
Cada vez mais sou eu e o meu silêncio.
A luz do sol entra por um pequeno buraco no tecto. Este sótão não é só um quarto, é também um baú de memórias, tantas coisas boas, tantas coisas más… Já lá vão 3 anos passados a correr.
Como pode o tempo pregar-me tal partida?
Como pode alguém passar os dias a tentar fazer tudo por pessoas que nunca conheceu, e no entanto não se conseguir ajudar a si mesma?
Não resta nada para além do silêncio, num local onde outrora reinava o riso, as conversa de conveniência, as bilhardices, a amizade. Agora sou só eu e estas 4 paredes.
Cada vez mais sou eu e o meu silêncio.